Eu sou Pedro, tenho 27 anos. Trabalho no banco Bradesco como programador web há 3 anos. Inicie como estagiário e fui efetivado após 1 ano de empresa. Sou bastante determinado, organizado e flexível. Pratico natação e tenis duas vezes por semana. Adoro viajar com a namorada para lugares que tenha praia. Tenho bastante interesse por aviação e não dispenso um bom prato de lasanha.
quinta-feira, 1 de agosto de 2019
Posição do embrião no ovo ajuda a definir o sexo de uma tartaruga
Quanto mais para a esquerda, mais quentinho. Quanto mais para a direita, mais frio. Um estudo publicado na Current Biology mostrou que a tartaruga é capaz de sentir a temperatura e se mover dentro do ovo quando ainda está em fase embrionária. Mas para entender como isso pode influenciar o sexo do animal, é preciso saber como funciona esse mecanismo nos répteis.
A maioria das pessoas está mais familiarizada com as fases embrionárias de mamíferos. O que determina o sexo de um bebê humano são os cromossomos sexuais. Mulheres possuem cromossomos XX e homens possuem cromossomos XY. O filho herda um cromossomo sexual da mãe e um do pai. A mãe sempre vai transmitir o cromossomo X, mas o pai pode transmitir tanto o X quanto o Y, resultando em bebês XX (meninas) ou XY (meninos).
Em alguns répteis, como as tartarugas, a história é bem diferente. O que determina se o embrião será menino ou menina é a temperatura em que o embrião se encontra. Ovos mais quentinhos geram fêmeas, enquanto ovos mais gelados geram machos. Em outros animais, como o jacaré-americano, o mecanismo é ainda mais singular: ovos de temperaturas muito altas ou muito baixas resultam em fêmeas, enquanto ovos de temperaturas intermediárias geram machos.
Uma diferença de apenas um grau já é determinante para o sexo da tartaruga. Acontece que há uma variação de temperatura considerável dentro do próprio ovo. A equipe de pesquisadores verificou uma diferença de 4,7°C entre uma extremidade e outra da casca. Isso significa que estar mais próximo de um dos lados pode definir se o embrião se tornará macho ou fêmea.
Para verificar se isso acontece na prática, os ovos de tartaruga foram incubados em laboratório. Metade deles recebeu uma substância que bloqueia os sensores de temperatura do embrião. Por mais que os cientistas esquentassem ou esfriassem as extremidades dos ovos, os embriões permaneciam imóveis, resultando em ninhadas somente com fêmeas ou somente com machos (de acordo com a temperatura).
A outra metade dos embriões não recebeu a substância, ou seja: eles mantinham inalterada a capacidade de sentir a temperatura a que estavam submetidos. E aí os cientistas repetiram a experiência. Dessa vez, os embriões se moveram 6 milímetros para o lado mais ou menos quente. E isso resultou em uma ninhada com um número equilibrado de machos e fêmeas.
Para entender porquê, imagine uma espécie de tartaruga em que os filhotes incubados acima de 28 ºC se tornam machos; abaixo disso, fêmeas. Se a temperatura ambiente estiver 30 ºC e eles não puderem se mover no interior do ovo, nascerão só machos. Mas se for possível se refugiar em uma região do ovo em que a temperatura é 27 ºC, virão fêmeas também.
Segundo os cientistas, o mecanismo pode explicar como esses répteis sobreviveram à períodos em que a temperatura da Terra era diferente de hoje. Os embriões se mexem para tentar controlar a equivalência entre os sexos e garantir a proliferação da espécie. Mas essa é só uma hipótese, claro – muita pesquisa empírica ainda é necessária.
Uma limitação à hipótese é o tamanho do ovo. Ele pode ser muito pequeno para ter uma variação de temperatura considerável, ou o embrião pode ser muito grande para conseguir se mexer. Os pesquisadores acreditam que nem mesmo essa habilidade seria capaz de proteger as tartarugas do aquecimento global.
Atualmente, 84% dos ovos de Cabo Verde resultam em tartarugas fêmeas. E a tendência é piorar. Uma pesquisa da Universidade de Exeter prevê que 93% das tartarugas nasçam fêmeas no ano de 2100.
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Piscina de ondas em parque aquático chinês faz tsunami sem querer
Era só mais um dia quente de verão na cidade de Longjing, nordeste da China, e centenas de turistas se refrescavam no parque aquático local, chamado Yulong Shuiyun. Muitos relaxavam em suas boias na piscina de ondas, embalados pelo sobe e desce das marolas. Mas a tarde tranquila logo deu lugar a momentos de pânico, quando uma falha no sistema de controle formou uma onda violenta. Dá uma olhada:
Não é exagero dizer que foi uma tsunami: os banhistas que deram o azar de estar no lugar errado, na hora errada, tomaram muito mais que um simples caldo. Pegos desprevenidos, dezenas deles se machucaram feio e foram parar no hospital. Autoridades chinesas anunciaram que 44 pessoas ficaram feridas e deram entrada em hospitais locais. O episódio aconteceu na tarde da última segunda (29).
Como apurou o China Daily, 39 feridos tiveram alta um dia após o acidente, mas cinco ficaram internados com fraturas nos pés e nas costelas. Com a piscina fechada para investigação, pistas sobre a causa da tsunami começam a surgir. “O incidente foi causado por uma queda de energia que danificou o equipamento eletrônico da sala de controle e fez as ondas ficarem muito grandes”, disse a prefeitura ao South China Morning Post.
Antes dos esclarecimentos, boatos corriam soltos. Após o vídeo viralizar na internet, muitos começaram a espalhar que a culpa era do controlador de ondas – que teria acionado a intensidade máxima por engano ou embriaguez. Ou até, quem sabe, trolado os turistas de propósito.
Tudo aconteceu rápido: de repente, uma grande massa de água se formou em um dos cantos da piscina e arremessou diversos banhistas para o alto antes da arrebentação. Depois, outros tantos foram arrastados, e até quem estava de fora teve de correr para não ser pego pela água, que transbordou. Por sorte, ninguém se afogou.
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Astronautas testarão primeiros experimentos de mineração espacial
Se a humanidade um dia quiser criar raízes fora da Terra, terá que aprender a extrair minérios de outros corpos celestes. A boa notícia é que recursos do tipo existem aos montes também em outros cantos da galáxia. Já sabemos que asteroides – e mesmo a Lua – são ricos em metais e minerais importantes para nossa civilização. Se dominamos a tecnologia necessária para explorá-los em quantidade suficiente, aí já é outra história.
Com o intuito de desenvolver novas técnicas e obter insights que podem ser decisivos para a abertura dessa nova fronteira, pesquisadores criaram experimentos de mineração espacial que acabam de chegar à ISS (Estação Espacial Internacional).
Eles partiram a bordo de um Falcon 9, nave da SpaceX, na última quinta (25) e foram desenvolvidos ao longo dos últimos 10 anos por cientistas da Universidade de Edimburgo, na Escócia. O objetivo dos protótipos é testar como certos tipos de micróbios podem ser utilizados para ajudar a extrair minérios das rochas espaciais. É isso mesmo que você leu, micróbios.
A chamada “biomineração” é uma alternativa comum aqui na Terra: micróbios diversos são aproveitados pela indústria pois facilitam a obtenção de substâncias valiosas. Minérios como ferro, cálcio e magnésio são retirados das rochas pelo simples funcionamento natural do metabolismo desses microrganismos. Os experimentos pioneiros pretendem investigar como a ausência de gravidade do espaço afeta os superpoderes mineradores dos bichinhos.
Astrobiólogos britânicos desenvolveram reatores de biomineração que têm o tamanho de caixas de fósforo. Dezoito deles foram lançados para a estação espacial. Astronautas irão adicionar pedacinhos de basalto, tipo de rocha bastante comum na Lua e em Marte, em cada um dos dispositivos, onde vão se misturar a uma solução rica em bactérias. As condições ali dentro pretendem simular como se os micróbios estivessem minerando no planeta vermelho ou em um asteroide. Conforme eles prosperam e formam colônias, criam camadas nas superfícies que são chamadas de biofilmes – o que pode oferecer informações sobre como se reproduzem no espaço.
Após três semanas operando em órbita, os experimentos serão mandados de volta à Terra para que a equipe escocesa analise os resultados em um laboratório da Universidade Stanford, nos EUA. Espera-se que o estudo também forneça informações relevantes sobre o crescimento dos biofilmes e a biomineração aqui na Terra. Quem diria que os micróbios não poderiam ser grandes aliados para nos ajudar na conquista do espaço?
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Jornada de Compra: Entenda Como Criar Conteúdo Para Cada Etapa

Cansou de ouvir que a jornada de compra deve nortear as suas estratégias de marketing digital?
Pois bem, neste post, você vai entender por que, de fato, é tão importante considerá-la e quais conteúdos funcionam melhor em cada uma de suas etapas.
Tudo começa com a mudança do comportamento do consumidor.
Se há até alguns anos ele era passivo ao receber informações sobre produtos e serviços, hoje, com a evolução digital, ele é quem dá as cartas.
Melhor informado sobre o que precisa e sobre as soluções disponíveis no mercado, está mais exigente do que nunca.
O consumidor atual chega ao local de compra, seja ele físico ou virtual, sabendo o que quer comprar e esperando um atendimento eficiente. Caso contrário, acaba por desistir e vai direto para o concorrente.
Sim, conseguir atender às exigências desse novo tipo de cliente é um desafio ainda maior para as empresas.
Mas a jornada de compra está aí para te ajudar a oferecer o que ele precisa no momento mais oportuno.
Fique por dentro!
O que é a jornada de compra?

Jornada de compra é uma espécie de mapa que ajuda as empresas a identificarem em qual momento da compra cada consumidor está inserido.
Torna a comunicação e a produção de conteúdo bem menos invasiva e mais relevante para ele.
Leva em consideração o caminho que o comprador percorre até realizar uma compra, além das ações de divulgação, atração e conversão de clientes.
Ou seja, a jornada do consumidor ou jornada do usuário é esquematizada.
Primeiramente, ela busca entender qual é o perfil do consumidor e o que ele procura para poder definir em qual momento da compra se encontra.
E, assim, executa ações que o incentivem a avançar para as próximas etapas da jornada rumo à conversão final: a compra.
Para dar eficiência ao processo, uma estratégia bastante indicada é o marketing de conteúdo.
Afinal, é o conteúdo que gera valor e responde às necessidades do consumidor.
Então, por que não usá-lo para atrair visitantes para o seu site, gerar leads e aumentar as vendas?
Produzir conteúdo relevante, capaz de dar velocidade à jornada de compra, parece interessante para você?
Vamos começar aos poucos para que você entenda detalhadamente como alavancar sua máquina de vendas.
Em primeiro lugar, vou te explicar quais são as etapas da jornada de compra, como elas se relacionam com o funil de vendas e quais as vantagens de desbravá-las.
Quando você conhece as fases por onde seu público-alvo passa antes de se tornar cliente, fica bem mais fácil planejar conteúdo de valor para cada uma delas.
Então, depois de entender esses detalhes, você vai ver que as dicas para produzir conteúdo relevante para cada etapa farão muito mais sentido. Por isso, guardei elas para o final deste artigo. Combinado?
Vamos em frente!
As 4 etapas da jornada de compra

Vamos nos aprofundar nessa jornada?
Conheça quais são as particularidades dos estágios que todo consumidor percorre até chegar à decisão de compra.
1. Aprendizado e descoberta
O aprendizado e a descoberta formam a primeira das etapas da jornada do consumidor. É quando ele vai ter o primeiro contato com a empresa em questão.
Mas, ao contrário do que se imagina, ainda não tem nenhuma intenção de compra.
Como, tampouco, sabe que tem um problema ou necessidade, está apenas tendo mais curiosidade por determinado assunto.
Então, o desafio desta etapa é chamar a atenção dele.
2. Reconhecimento do problema
Na segunda etapa da jornada, o consumidor já pesquisou um pouco mais sobre o tema que desperta o seu interesse ou curiosidade.
E, com isso, percebeu que tem um problema ou uma oportunidade de conquistar o que deseja.
Logo, é preciso concentrar esforços em mostrar para ele a necessidade de encontrar uma solução.
É a partir desse momento que ele começa a pesquisar mais sobre como resolver a questão e quais soluções estão disponíveis.
Ou seja, sua marca ou empresa começa a aparecer no radar do potencial cliente.
3. Consideração da solução
Agora que já conheceu algumas opções de possíveis soluções para resolver o que necessita, o comprador começa a avaliá-las e compará-las.
Assim, é hora de mostrar por que o seu produto ou serviço é a melhor alternativa para atender às necessidades dele.
Lembre-se de que, como ele pode simplesmente deixar o problema de lado, é preciso criar senso de urgência para que continue a avançar na jornada de compra.
Esse é um dos mais poderosos gatilhos mentais para otimizar a sua estratégia.
4. Decisão de compra
Na última etapa da jornada, ocorre o tão esperado momento em que o consumidor vai decidir o que é melhor para ele. E, então, realizar a compra.
Por isso, é também durante essa fase que você deve caprichar na sua abordagem comercial e capacidade de persuasão.
O objetivo, aqui, é mostrar o quanto seu produto ou serviço se diferencia da concorrência e é a escolha certa para ele.
A jornada de compra e o funil de vendas

É comum que, como tantos outros conceitos de marketing digital, existam muitas dúvidas sobre a relação entre jornada de compra e funil de vendas.
Então, vou aproveitar a oportunidade para explicar as semelhanças e diferenças entre elas.
Acompanhe!
Jornada de compra, como vimos até aqui, é o processo pelo qual o cliente passa até tomar a decisão de adquirir um produto ou serviço.
Já o funil de vendas é o modelo estratégico de consumo que mostra o percurso que precisa seguir até fazer uma compra.
Assim que o consumidor tem um primeiro contato com a sua empresa, ele entra no funil de vendas. Mas depende dos esforços da companhia para seguir até o final.
Então, quanto mais avançar no funil, mais qualificado para a compra ele estará. Ou seja, maiores serão as chances de venda.
É grande, por exemplo, a quantidade de pessoas que chega ao primeiro estágio (topo do funil). No entanto, é menor o número que chega ao último (fundo do funil).
E isso explica a própria forma proposta para o modelo (um funil).
Embora a jornada de compra do cliente facilite o entendimento sobre essa outra metodologia do marketing digital, o funil de vendas só tem três etapas:
- Topo de funil
- Meio de funil
- Fundo de funil.
Veja como as fases que compõem os dois modelos se relacionam:
Topo de funil
Corresponde à fase de “aprendizado e descoberta” da jornada de compra, pois o potencial cliente ainda não está em busca de um produto ou serviço.
Portanto, é preciso ajudá-lo a descobrir que ele tem uma necessidade.
Meio de funil
É onde estão os consumidores que se encontram na fase de “reconhecimento”, onde a empresa deve mostrar que tem a solução que ele precisa.
Fundo de funil
Ao chegar na última etapa do funil de vendas, o cliente está entre as fases de “consideração” e “decisão”.
Isso indica que ele está mais perto de tomar a decisão de compra, abrindo os caminhos para ser abordado pela equipe de vendas.
5 vantagens de investir na jornada de compra

Como oferece uma grande quantidade de informações sobre os clientes, a jornada de compra contribui diretamente para o aumento das vendas.
E, considerando os insights que fornece para o processo comercial, possibilita um trabalho mais assertivo, direcionado e menos invasivo.
Confira as principais vantagens de investir na definição da jornada de compra da sua empresa, seja B2B ou B2C:
1. Identificar o momento da venda
Como a jornada de compra identifica o estágio comercial no qual o consumidor se encontra, facilita as vendas.
Isso porque inteira o vendedor sobre qual será o melhor momento de entrar em contato com o potencial cliente com uma abordagem comercial.
É uma característica que otimiza o trabalho dele e evita o desperdício de esforço e tempo ao abordar pessoas que não estão preparadas para a compra.
Se esse tipo de abordagem for feita enquanto um potencial cliente estiver em fase de aprendizado e descoberta, por exemplo, a probabilidade é de que ele não prossiga rumo à compra.
Afinal, a primeira etapa da jornada de compra é impulsionada pela curiosidade e não pela intenção de adquirir um produto ou serviço.
Tenha em mente que a venda só deve ocorrer quando o comprador chegar ao momento de decisão de compra.
Sei que a tentação de abordá-los antes é grande, especialmente quando você percebe que estão avançando rapidamente na jornada de compra.
Mas, segure as pontas! É melhor não correr o risco de perdê-los.
2. Relacionamento próximo com clientes
Quando você conhece o seu público-alvo, os desejos, as necessidades, interesses e hábitos de consumo dele, pode se aproximar ainda mais.
Com isso, abrem-se as oportunidades para pensar em estratégias que visem reforçar o relacionamento com o cliente.
A produção de conteúdo relevante é uma forma de aumentar o interesse dele pelo que você tem para oferecer.
Os ganhos em relacionamento começam, justamente, com uma maior aproximação, mas se estendem à aquisição de novos clientes e à fidelização daqueles que estão satisfeitos.
3. Vendas consultivas

Conhecer os detalhes da jornada de compra também funciona como um facilitador da personalização das ações de marketing digital e vendas.
Isso porque, quanto mais você conhecer o seu público, mais poderá personalizar e humanizar o contato direcionado a ele.
Essa ação cria uma espécie de modelo consultivo de vendas, a partir do qual a sua equipe sabe quais informações ou problemas eles estão buscando.
E propõe soluções, claro.
4. Gestão otimizada
Como a jornada de compra é formada por etapas, acompanhá-las de perto é entender a eficiência de suas estratégias de marketing e vendas.
Você pode identificar o que precisa ser ajustado e o que falta para tornar o processo mais eficiente e fluido.
Essa gestão otimizada, consequentemente, impulsiona as chances de se fechar mais vendas.
Observe, então, como um benefício leva a outro.
5. Aumento da produtividade
Conhecer o estágio comercial que cada cliente se encontra torna o trabalho de marketing e vendas bem mais ágil, fácil e produtivo.
Traz mais clareza para que os profissionais envolvidos possam saber com quem devem negociar e para quem devem produzir conteúdo, por exemplo.
Assim, podem se concentrar melhor em suas atividades e contribuir para que a empresa possa vender mais, alcançando melhores resultados.
Como produzir conteúdo para cada etapa da jornada de compra

Depois de entender o que é jornada de compra e conhecer as vantagens de contar com essa definição, é a vez de seguir para a prática.
Vou mostrar tudo o que você precisa saber para poder produzir conteúdo relevante para cada uma das quatro etapas da jornada de compra.
Você vai perceber que, agora que já sabe o que acontece em cada uma delas, fica muito mais fácil pensar no que pode oferecer.
A missão aqui deve ser uma só: gerar conteúdo capaz de levar seu visitante para a decisão de compra.
1. Aprendizado e descoberta
Durante a primeira etapa da jornada de compra, pense em conteúdos mais introdutórios que possam despertar a atenção do público sobre um assunto.
Mas, atenção: evite citar a sua empresa.
O objetivo de produzir conteúdo de aprendizado e descoberta é educar a sua persona e não gerar vendas diretamente.
Formatos de conteúdos que caem muito bem para esta etapa são blog posts, e-books e webinars.
Veja alguns exemplos de pautas:
- 10 benefícios de praticar mindfulness
- O que é miopia em marketing?
- Como um profissional de SEO pode ajudar a sua empresa.
2. Reconhecimento do problema
Usando os mesmos formatos da etapa anterior, é preciso oferecer um nível de informações mais aprofundado no reconhecimento do problema.
O objetivo é ajudá-lo a perceber que há um problema e mostrar como pode solucioná-lo.
Vamos a exemplos, então:
- Como acabar com o estresse em “x” dicas infalíveis
- “N” motivos que levam uma empresa a perder clientes
- Por que a sua empresa não aparece no Google?
3. Consideração da solução
Ao chegar à terceira etapa da jornada de compra, o comprador está em busca de soluções para os problemas identificados.
Por isso, ele vai se sentir mais fortemente atraído por conteúdos que mostrem opções para ele.
Deixe claro de que forma você pode dar uma força para que ele resolva os seus problemas.
Procure seguir algo na linha de raciocínio destes exemplos:
- Como escolher a melhor escola de ioga e meditação
- Estudo de caso: como a startup “x” conseguiu um aporte milionário
- Como definir a melhor estratégia de SEO para o seu negócio.
4. Decisão de compra
É hora de mostrar os diferenciais da sua empresa e por que ela é melhor que os concorrentes.
O objetivo da última etapa antes da compra é convencer o comprador a realizá-la.
Pensar em formatos como cases, materiais comparativos e testes gratuitos são ótimas ideias.
Veja exemplos de conteúdos para a decisão de compra:
- Demonstração: uma aula de ioga para relaxar após um dia estressante
- Comparativo: a diferença de custo entre agência e consultoria
- Por que contratar uma consultoria especializada em SEO?
Conclusão
Para concluir esse artigo sobre como criar conteúdo para cada etapa da jornada de compras, gostaria de compartilhar duas dicas extras.
Vamos a elas:
- Mapeie a jornada de compra antes de planejar os conteúdos de cada etapa para saber para onde encaminhar o seu público.
- Manter um cliente que você já conquistou é cinco vezes mais barato do que conseguir um novo, como ensina o mestre Philip Kotler. Portanto, crie também conteúdos para estimular a retenção e novas compras.
O que quero deixar claro, aqui, é que quanto melhor o processo de produção de conteúdo for estruturado, melhor tendem a ser seus resultados.
E não é porque a jornada de compra termina que você deve abandonar os clientes conquistados.
Continue se aprofundando a respeito do seu público-alvo para poder oferecer conteúdos cada vez melhores, ou seja, que vão além da jornada de compra.
Os resultados desses esforços certamente vão te surpreender! Se surgir qualquer dúvida sobre o processo, é só deixar o seu comentário, combinado?
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Chatbot Para Facebook: O Que é e 10 Ferramentas Para Você Usar

Como você usa o chatbot no Facebook? Ou ainda não utiliza essa poderosa ferramenta?
Devo dizer que as oportunidades que a tecnologia gera são bem interessantes.
E o melhor: estão ao seu alcance.
Está certo que, até pouco tempo atrás, chatbot parecia pura utopia.
Eu concordo que interagir com robôs era coisa de filmes futurísticos, uma ficção que demoraria bastante tempo para se tornar realidade.
Mas uma das redes sociais mais inovadoras de todos os tempos colocou essa tecnologia ao alcance de empresas de todo o mundo.
Contrariando palpites e suposições, disponibilizou a criação de chatbot no Facebook Messenger.
Aproximou aquela realidade distante e revolucionou a fidelização de clientes por meio da plataforma.
É só mais um avanço impressionante para facilitar a vida de consumidores inseridos na famosa rede social de Mark Elliot Zuckerberg.
O assunto me deixa realmente empolgado. E quero dividir a razão para isso com você.
A propósito, já ouviu falar em chatbot, mas ficou em dúvida sobre como automatizar respostas no Facebook?
Bem, aqui está o conteúdo certo. No texto de hoje, vou explicar tanto o que é um chatbot até como funciona e como criar o seu.
Preparado para aproximar o seu negócio da transformação digital ao usar chatbot no Facebook? Então, aperte os cintos e vamos nessa que os robôs (bots) estão à nossa espera!
O que é um chatbot no Facebook?

Antes de falar sobre o que é um chatbot no Facebook, é preciso definir o conceito, a fim de que fique mais fácil de entender como isso funciona.
Chatbot é uma palavra que se origina da junção do prefixo “chat”, que quer dizer conversa, e “bot”, que significa robô.
Ou seja, um robô de conversação capaz de interagir com as pessoas, responder perguntas e sugerir alternativas em tempo real.
Embora pareça uma tecnologia nova, na verdade, isso não é tão recente assim.
Apenas como curiosidade: os primeiros programas de conversação artificial online datam de meados de 1995.
É o caso do Verbot, chamado de Kit de Desenvolvimento de Software de Inteligência Artificial para a plataforma Windows – e que ainda existe, vale dizer.
Atualmente, os bots estão disponíveis, inclusive, em ferramentas específicas para criar chatbot no Facebook.
Agora, em relação à rede social mais usada no mundo, o chatbot representa a oportunidade para que as empresas possam automatizar respostas aos clientes.
Ou seja, enviar mensagens automáticas por meio de comandos pré-definidos.
Pode parecer futurista demais, mas não é difícil de entender o processo.
O robô do Messenger cria uma simulação quase perfeita de diálogos reais com os usuários.
Digo “quase” porque, obviamente, não é possível automatizar respostas para todos os tipos de dúvidas dos consumidores ativos na rede.
Mas já é possível responder à maioria delas, o que é fantástico, pois eleva a qualidade do atendimento e gera resultados ainda melhores em vendas.
E gosto de reforçar que não é só em textos automáticos que a sua estratégia tem a ganhar.
Um chatbot pode enviar imagens, links, textos, vídeos e, inclusive, botões com chamadas para ação.
Para que o robô de conversação seja iniciado, o usuário só precisa clicar no botão “Enviar mensagem” em sua fanpage.
Tudo simples, rápido e eficaz!
Assim que os usuários clicam, são abordados com uma saudação programada pela sua empresa ou com um menu de opções para resolver suas dúvidas e problemas.
Apenas como exemplo, dê uma olhada na minha página no Facebook e observe no detalhe como o chatbot o recepciona:


7 vantagens de criar um chatbot do Facebook para seu negócio

Ainda tem dúvidas se realmente vale a pena aproveitar as oportunidades abertas pelo uso de chatbots para fortalecer o relacionamento com o cliente?
Então, chegou a hora de conhecer as vantagens de ter um chatbot na página do seu negócio no Facebook.
Vamos lá?
1. Atendimento ao consumidor
Já parou para pensar sobre o quanto os bots estão transformando o atendimento ao cliente?
Agora, eles podem responder às principais dúvidas dos consumidores e interagir com eles 24 horas por dia, 7 dias por semana.
É realmente incrível!
Um chatbot permite à sua empresa responder automaticamente às perguntas frequentes dos clientes e satisfazer as suas necessidades.
Assim, o atendimento é personalizado, e as respostas desejadas, obtidas em tempo real.
2. Suporte

Com a ajuda de chatbots, até mesmo o processo de suporte ao cliente é melhorado.
Por mais estressado que o consumidor esteja ao interagir com a sua marca, os robôs sempre o tratarão da melhor forma possível – o que também aumenta a satisfação do cliente pelo suporte recebido.
E não pense que enviar mensagens automáticas no Facebook quer dizer que você e seu time vão deixar de interagir com o cliente.
Basta programar os bots para que eles possam encaminhar solicitações mais urgentes para uma pessoa real.
Assim, a equipe de suporte economiza tempo e pode ajudar em tarefas mais importantes.
3. Interação
Quanto maior for o engajamento de uma empresa no Facebook, maiores as chances de aumentar as vendas.
Por isso mesmo, usar o chatbot no Facebook é também uma forma de oferecer conteúdo visual para atrair, causar interesse e fidelizar clientes.
4. Geração de leads
Usando os princípios da automação de marketing, os chatbots armazenam dados valiosos sobre o consumidor, como faixa etária, histórico de compras, localização, entre outros.
Com isso, os robôs podem enviar mensagens personalizadas e gerar valor ao potencial cliente por meio da oferta de conteúdo relevante.
Isso funciona como um amigável “empurrão” para que avance pela jornada de compra.
A cada lead gerado, você pode, de maneira prévia, avaliar e filtrar leads que não sejam interessantes para manter relacionamento.
Tudo isso contribui para que as taxas de conversão sejam mais altas e, assim, mais leads qualificados e vendas sejam gerados.
5. Pesquisa de mercado
Como você já deve estar percebendo, o chatbot no Facebook é como a galinha dos ovos de ouro do relacionamento com o cliente.
Traz uma série de benefícios para os negócios, além de servirem como ferramenta para coletar o feedback de clientes.
Com o envio de algumas perguntas simples de pesquisa de mercado, você pode identificar o que precisa ser melhorado em produtos, serviços ou na própria página.
Se você coloca um chatbot dentro do seu site, por exemplo, pode descobrir até mesmo por que os clientes estão saindo de uma página sem comprar.
Ou seja, identifica as causas da alta rejeição em suas páginas.
Basta programar o robô para entrar em contato com aqueles que não tomam nenhuma ação na página de conversão.
6. Agendamento e reservas

Falando em tomadas de ações, outra vantagem de usar chatbot no Facebook do seu negócio é facilitar a vida do consumidor. E, claro, economizar o tempo de trabalho da sua equipe.
Com apenas alguns comandos, os bots podem automatizar tarefas comuns como agendar visitas ou serviços ou reservar produtos ou viagens.
Isso resulta em maior produtividade para você.
7. Vendas
A sétima vantagem é uma das mais poderosas porque diz respeito às vendas.
Identificar as dúvidas mais comuns dos consumidores e respondê-las rapidamente é a melhor forma de aproximá-los da decisão de compra.
Então, tenha em mente que chatbots funcionam como um atendente sempre disponível para dar assistência ao consumidor em uma loja real.
A diferença é que o bot está invariavelmente pronto para solucionar seus problemas e a responder suas dúvidas, sejam elas sobre pagamento, entrega ou produtos.
Assim como a Samara, ele nunca dorme.
Como funciona um chatbot do Facebook?

Agora que você se inteirou sobre as vantagens de usar, vou te explicar como funciona um chatbot do Facebook.
A mágica acontece por meio da API (Interface de Programação de Aplicações) do Facebook Messenger.
É através dela que sua empresa pode escolher um chatbot para chamar de seu e, assim, interagir de modo diferenciado com prospects e clientes.
Os chatbots, em geral, funcionam de duas formas diferentes: com base em regras programadas ou com o uso de inteligência artificial.
A primeira opção é a mais básica e limitada, pois depende de comandos específicos.
Então, basta o usuário escrever uma palavra que não esteja no banco de dados programado que o robô não entende o que ele quer dizer e prejudicar a comunicação.
Por isso, é uma opção que precisa de uma programação inteligente para oferecer um atendimento igualmente inteligente.
É como uma sessão de perguntas e respostas que funciona com base em um conjunto de regras, em tempo real.
Já a segunda opção funciona como a famosa Siri, do iPhone: usa a inteligência artificial para que os usuários possam fazer perguntas mais complexas.
Baseada em seus próprios algoritmos e processadores de linguagem, entende o que o usuário quer dizer para oferecer uma experiência de atendimento mais humanizada.
Se você tem, por exemplo, uma pizzaria, e o usuário escreve o termo “promoção”, você pode configurar o chatbot para enviar as ofertas do dia.
Isso agiliza muito o atendimento ao cliente e, claro, a venda dos produtos promocionais.
Como criar um chatbot no Facebook: 9 ferramentas para você usar
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Para automatizar respostas no Facebook é preciso configurar o chatbot para responder ao público de acordo com a programação desejada.
Para facilitar as coisas, o próprio Facebook oferece um passo a passo completo com tudo o que precisa para aprender a incorporar essa tecnologia ao Messenger.
Sim, o chatbot no Facebook é grátis – você só investe tempo na tarefa.
E para descomplicar mais ainda esse processo, selecionei as 9 melhores ferramentas para criar chatbot no Facebook.
A maioria delas também não tem custo nenhum.
Confira:
1. ManyChat

Com o diferencial de oferecer a criação de chatbot em menos de 2 minutos e sem codificação, o ManyChat tem uma estrutura simples.
Você faz seu cadastro, escolhe a página na qual quer configurar o chamado Manychat e, em seguida, já pode começar a programar mensagens de boas-vindas aos usuários.
Entre as principais funcionalidades da ferramenta, destaco a análise de dados e o recebimento de notificações, caso precise que alguém da sua equipe intervenha na conversa.
2. Botsify

Se você tem domínio do inglês e quer fazer uso de uma ferramenta que também é utilizada por gigantes como a Apple, a recomendação da vez é o Botsify.
É uma alternativa mais avançada, com funcionalidades como aprendizado de máquina para ensinar novas respostas ao robô, integração analítica e interferência humana.
Como é mais completa, permite apenas 30 dias de teste gratuito da versão premium. Mas, caso você goste, vale a pena o investimento.
3. ChatFuel

Gratuito e com fácil acesso, o ChatFuel tem como proposta facilitar a construção de chatbot.
Os robôs dessa ferramenta trabalham com inteligência artificial e permitem a criação de chatbots mesmo que você não entenda nada de programação.
Usada por equipes da NBA e editores da Forbes, também oferece teste gratuito por tempo limitado.
4. Facebook Messenger Platform

Muita gente não sabe, mas também existe uma ferramenta do próprio Facebook que permite a criação de chatbots integrados ao Facebook Messenger.
Com o Facebook Messenger Platform, você tem acesso a vários recursos, estudos de caso, guias completos e fórum para desenvolvedores.
5. BotKit

Se tem um desenvolvedor à sua disposição, uma recomendação interessante é o BotKit.
Essa ferramenta permite mapear a interação com o usuário e criar diálogos e cenários semelhantes ao mundo real.
6. ChatClub

O ChatClub é uma ferramenta brasileira bastante completa e ao mesmo tempo indicada para iniciantes.
Permite a programação de chatbots de conteúdo e de FAQ (dúvidas mais frequentes dos clientes).
Entre suas principais funcionalidades, dispõe de chat em grupo, contato com a página, enquete, envio de conteúdo, inteligência artificial e quiz.
Já foi usado, inclusive, pelo cantor brasileiro Luan Santana, que tem milhões de seguidores no Facebook e recorre à ferramenta para se aproximar dos fãs.
7. BlueLab

BlueLab é outra opção made in Brazil que vale a pena ser testada.
Colecionadora de cases, já foi usada por marcas como Frost&Sullivan e Revista Época.
Permite a configuração de perfil de acesso para diferentes usuários, oferece dados que podem ser exportados para planilha, painel de desempenho, entre outros.
8. Blip

Com a vantagem de conseguir criar chatbot no Facebook Messenger, SMS, Skype, Telegram, app e site, o Blip é prático e rápido.
Oferece tanto análises customizáveis quanto aprendizado de máquina, automatização e personalização de mensagens.
Com versão gratuita limitada a 5 chatbots e envio de 10 mil mensagens, também tem versão paga.
9. ChattyPeople
Assim como o BotKit, o ChattyPeople demanda a ajuda de um desenvolvedor para a criação de chatbots.
O mais interessante dessa ferramenta é que ela cria textos e bots de voz.
Mas também possui analytics, suporte e soluções personalizadas de acordo com os seus objetivos de negócio.
10. Morph

Para concluir, vale falar do Morph, outra ferramenta bacana por ser bem completa.
Funciona não apenas como chatbot no Facebook, mas em outras redes sociais.
O mais legal é que não demanda grandes conhecimentos em programação e facilita o trabalho de migração de outra plataforma para ela.
Ainda gera relatórios sobre os atendimentos e agiliza o contato com o usuário tão logo ele clique em “enviar mensagem”.
Conclusão
Se entusiasmou com a oportunidade de criar seu primeiro robô para o chatbot no Facebook Messenger? Então, só falta escolher a melhor ferramenta para atender às suas necessidades e iniciar os testes.
Só não se esqueça de programar diálogos naturais para alcançar melhores resultados. Eles devem seguir o mesmo tom de voz da sua marca (brand voice).
Tudo pronto para oferecer a melhor experiência de atendimento digital aos seus prospects e clientes? A largada para a fidelização acaba de ser dada!
Que o uso do chatbot no Facebook traga as melhores oportunidades de negócio para você!
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Chatbot Para Facebook: O Que é e 10 Ferramentas Para Você Usar Publicado primeiro em