Eu sou Pedro, tenho 27 anos. Trabalho no banco Bradesco como programador web há 3 anos. Inicie como estagiário e fui efetivado após 1 ano de empresa. Sou bastante determinado, organizado e flexível. Pratico natação e tenis duas vezes por semana. Adoro viajar com a namorada para lugares que tenha praia. Tenho bastante interesse por aviação e não dispenso um bom prato de lasanha.
quarta-feira, 4 de setembro de 2019
terça-feira, 3 de setembro de 2019
ESA faz manobra para desviar de satélite da SpaceX
Lembra do plano mirabolante de Elon Musk de lançar 12 mil pequenos satélites para levar internet de alta velocidade a qualquer lugar do planeta? Bem, ele mal começou e já está criando encrencas. Primeiro foi com os astrônomos; agora, com a agência espacial europeia. Um dos 60 orbitadores iniciais da constelação (nome dado a um grupo de satélites operando em conjunto) Starlink quase se chocou contra um satélite climático da ESA. Por pouco, ambos não se espatifaram no espaço.
Na última segunda-feira (2), os controladores da missão científica Aeolus, lançada há um ano com o objetivo de aprimorar previsões meteorológicas, tiveram de realizar uma manobra de emergência para evitar que o satélite colidisse com o roteador Wi-Fi orbital de Musk número 44. Como informou a ESA pelo Twitter, a equipe teve de acionar os motores para ganhar um pouco de altitude e escapar do pequeno integrante da Starlink. Ele estava um pouco mais baixo do que deveria para praticar como desorbitar.
Segundo a agência, esta foi a primeira vez que precisou usar seu mecanismo “salva-vidas” para desviar de um satélite pertencente a uma megaconstelação. Outras empresas de telecomunicações têm planos de construírem suas próprias “Starlinks” — e é aí que a coisa pode ficar de fato perigosa. Algumas dezenas de satélites já põem em risco missões científicas valiosas. Agora, imagine dezenas de milhares.
Se fosse só isso, até que estava tranquilo. Mas as agências e empresas detentoras de objetos espaciais têm bem mais com que se preocupar: os nada menos que 900 mil pedacinhos de lixo espacial maiores que 1 centímetro em órbita. Apesar de pequenos, uma eventual colisão pode arruinar completamente um satélite funcional, colocando um ponto final em sua missão científica ou operação comercial.
Normalmente, as manobras para evitar impactos são para desviar desses detritos — e mesmo assim são incomuns. Ter de escapar de uma megaconstelação é algo totalmente novo e raro. Segundo a ESA, donos de satélite pelo mundo já gastam €14 milhões por ano com esse procedimento. Em 99% das vezes, trata-se de um alarme falso. Com a órbita terrestre cada vez mais parecida com a Marginal Tietê às 18h, a situação só vai piorar. Mas a ESA tem um plano.
Hoje é tudo manual: cabe ao olho humano identificar eventuais ameaças e disparar o comando para evitá-las. Para tornar o processo mais eficiente, os europeus querem automatizá-lo com urgência. É parte das ações de segurança espacial que a agência está desenvolvendo. Com a criação de sistemas de inteligência artificial, será possível emitir alertas, calcular órbitas com precisão e lidar com os riscos. Tudo no piloto automático. Só assim para escapar do engarrafamento orbital do futuro.
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Como se determina o nível de um furacão?
A passagem do furacão Dorian pelas Bahamas no último domingo (1) causou um dos desastres mais agressivos da história do arquipélago.
Dorian, agora, caminha pela costa da Flórida, nos Estados Unidos – mas já perdeu muito de sua força. Quando devastou o Caribe, o sistema se encontrava na categoria 5, o mais alto nível de classificação para furacões. A menor intensidade dos últimos dias o fez ser reclassificado e cair para a categoria 2, que indica um poder menor de devastação.
Mas como um furacão pode sofrer uma mudança tão drástica em tão pouco tempo? E o que determina a categoria em que será classificado?
É bom lembrar que Dorian ainda representa um grande risco. Mais de um milhão de pessoas receberam recomendação de deixar a costa dos Estados Unidos, onde 1,5 mil voos foram cancelados. Estamos acostumados a associar o nível de um furacão diretamente ao seu grau de destruição, mas, se formos ser mais diretos, a verdade é que estamos falando de velocidade.
Zoom dentro la tempesta Dorian.
Zoom into tropical storm Dorian. #MissionBeyond pic.twitter.com/Wy5BhegmpS— Luca Parmitano (@astro_luca) September 1, 2019
A Escala Saffir-Simpson é a régua usada mundialmente para classificar furacões. Ela foi criada pelo engenheiro Herbert Saffir e o meteorologista Robert Simpson em 1971, e se baseia unicamente na velocidade dos ventos produzidos pelo furacão. A velocidade mínima de cada categoria deve ser mantida por pelo menos um minuto para que o furacão seja classificado naquele nível.
Um furacão nada mais é do que um ciclone com um “extra”. O ciclone em si é um sistema de ventos, chuvas e tempestades formados no atlântico com um centro de menor pressão — o olho do furacão. Para ser chamado “furacão”, seus ventos precisam ter no mínimo 119 quilômetros por hora. Se a velocidade dos ventos gerados estiver abaixo do nível mínimo, ele é classificado como tempestade tropical.
A primeira categoria, o nível 1, começa aos 119 km/h e vai até 153 km/h. Já na quinta categoria, a mais grave de todas, o furacão precisa ter ventos de, no mínimo, 252 km/h.
Isso significa que o furacão pode facilmente mudar de categoria ao longo de sua vida — basta que os seus ventos percam velocidade. Isso depende principalmente da temperatura e umidade, que é o “combustível” dos furacões. Quando o furacão se aproxima do continente, ele perde a umidade do mar e diminui em força. Por isso os maiores estragos normalmente ocorrem nas ilhas, onde há níveis maiores de umidade.
Alguns cientistas defendem a criação de uma sexta categoria. Isso porque alguns furacões já mostraram ter força muito acima do nível 5. Oito ciclones, aliás, já detectaram velocidades maiores que 290 km/h — o Dorian é um deles: chegou a 295 km/h.
E, com o aumento das temperaturas médias da Terra decorrente do aquecimento global, a tendência é que ventanias do tipo se tornem cada vez mais comuns. Em entrevista ao jornal LA Times, o pesquisador Timothy Hall, da Nasa, explicou que o aumento da temperatura dos oceanos fornece mais combustível aos furacões, que tendem a aumentar de velocidade. Segundo o cientista, ao final do século podemos ter furacões de até 370 km/h, o suficiente para fazer carros voarem.
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Pacientes com doenças crônicas têm novo calendário de vacinação no Brasil
O Calendário de Vacinação de Pacientes Especiais, da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), ganhou uma versão atualizada para 2019 e 2020. Uma das responsáveis, a diretora da SBIm Mônica Levi explica que esse grupo de “pessoas especiais” é amplo, indo além dos imunodeprimidos – indivíduos cujas defesas do organismo estão debilitadas. Diabéticos, por exemplo, são considerados pacientes especiais.
“O paciente com diabetes deve receber vacina de gripe anualmente, porque tem um risco aumentado de complicações dessa infecção ou de descompensar a glicemia”, informa Mônica Levi. Ela cita outros exemplos. “Um cardiopata ou um pneumopata crônico possui um risco aumentado de morrer, por exemplo, de uma pneumonia. Ele tem recomendações diferentes da população normal”.
O calendário, lançado durante a Jornada Nacional de Imunizações, já está disponível no site da SBIm. É só clicar aqui para ter acesso ao material completo.
Mônica acrescenta que as novidades do calendário não decorrem da descoberta de novas vacinas. “São outros enfoques para as mesmas vacinas. São mudanças em termos de orientações e reforços que foram incluídos”.
Um dos maiores desafios na elaboração do calendário foi criar uma tabela capaz de dar conta de pacientes que utilizam medicamentos que interferem na imunidade. Pessoas com doenças reumatológicas e câncer fazem parte da lista.
Um exemplo é a vacina para hepatite B. Na população em geral, ela é administrada em três doses. Nos imunodeprimidos, são aplicadas quatro, com a quantidade dobrada de antígeno em cada uma. Ao final da vacinação, ainda é necessário realizar um exame de sorologia para verificar se foram produzidos os anticorpos que evitam a instalação da doença.
Apesar de pacientes especiais muitas vezes estarem sob acompanhamento de um médico especialista, Mônica Levi lamenta que isso nem sempre significa que os calendários de vacinação são devidamente cumpridos. “A vacina é uma coisa que muitas vezes passa batida na consulta”, atesta. Ela diz que o problema inclui até mesmo imunizantes disponíveis gratuitamente.
A diretora da SBIm avalia que é preciso aumentar o destaque dado à vacinação na formação médica e engajar também as sociedades de cada especialidade. Com o envelhecimento da população, a tendência é que cada vez mais pessoas sejam diagnosticadas com doenças crônicas e entrem no calendário de pacientes especiais.
Só é importante ressaltar que o calendário da SBim não necessariamente precisa ser seguido pelo Ministério da Saúde. Trata-se, na verdade, de uma recomendação feita por especialistas na área.
Este conteúdo foi produzido pela Agência Brasil.
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Molho pesto ou bolonhesa: qual é mais nutritivo?
Molho bolonhesa ou pesto? Para quem não come carne, não tem papo: o molho pesto é opção certeira de complemento para uma massa. A receita leva manjericão, alho, azeite, pinoli e queijo parmesão ou pecorino. Mas o pinoli (uma semente) pode ser trocado por nozes ou castanhas, e, se você for vegano, basta tirar o queijo.
“Os ingredientes do pesto têm alto valor nutricional”, diz a nutricionista Roseli Ueno, de São Paulo. Ela cita as vitaminas A e C, que são antioxidantes e reforçam a imunidade, além de gorduras poli-insaturadas e monoinsaturadas, protetoras do coração. Só não abuse por causa das calorias.
Já o bolonhesa se destaca pela presença do tomate, que oferta licopeno, antioxidante poderoso, e carne moída, que reúne proteína, vitamina B12 e ferro. “O ideal é usar cortes magros, como fraldinha e alcatra”, indica Roseli.
Com tantas peculiaridades, ela acha difícil eleger o melhor. O conselho é, acima de tudo, saborear versões caseiras. Confira abaixo uma comparação de nutrientes entre um molho e outro:
Energia
Pesto – 70 calorias
Bolonhesa – 70 calorias
Gorduras
Bolonhesa – 4 g
Pesto – 7,5 g
Proteínas
Bolonhesa – 4 g
Pesto – 2,7 g
Gordura saturada
Bolonhesa – 0,3 g
Pesto – 1 g
Carboidratos
Pesto – 0,7 g
Bolonhesa – 5 g
Sódio
Pesto – 32 mg
Bolonhesa – 75 mg
Placar Saúde
Pesto 3 X 3 Bolonhesa
Os valores se referem a 1 colher de sopa de cada um dos molhos. Fonte: Roseli Ueno, nutricionista clínica de São Paulo (SP)
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segunda-feira, 2 de setembro de 2019
Ubersuggest 5.0:1 Milhão de Sugestões de Palavras-chave em 7 Segundos
O Ubersuggest começou como uma ferramenta que fornecia sugestões através do Google Suggest.
E embora isso seja ótimo, hoje em dia todos estão usando o Google Suggest para ter ideias de palavras-chave.
Tem que haver mais ideias de palavras-chave por aí que geram mais volume de pesquisas e não são competitivas, certo?
Bom, existem, e agora com o novo Ubersuggest, você terá acesso à elas.
Aqui estão as 2 grandes mudanças que estou fazendo com esta versão…
Apresentando um novo banco de dados de palavras-chave
Como temos resultados em nosso banco de dados para mais de um bilhão de palavras-chave diferentes, eu achei que seria divertido explorá-lo e fornecer a você ainda mais sugestões de palavras-chave.
Agora quando você realizar uma pesquisa no Ubersuggest para qualquer palavra-chave, você verá uma aba “relacionada” com ainda mais sugestões.
E cada aba mostra quantas palavras-chave estão nesse grupo.

Como você pode ver para o termo “marketing digital”, apenas nos Estados Unidos existem mais de 30.000 recomendações de palavras-chave.
E para termos como “cachorro”, existem mais de 1 milhão de recomendações de palavras-chave.

Não se preocupe, os resultados do Google Suggest ainda estão ali disponíveis na aba “sugestões”, mas agora você pode ver ainda mais termos de pesquisa se clicar em “relacionado”.
O legal é que você pode até exportar todas as palavras-chave por meio do CSV.
E se você quiser aproveitar os filtros para ajustar os resultados, você pode fazer isso facilmente.

Por exemplo, eu usei os filtros para encontrar palavras-chave com um volume de pesquisa mínimo de 400 pesquisas por mês e uma dificuldade máxima de SEO de 50. O Ubersuggest ajustou os resultados para 489 palavras-chave relacionadas a “marketing digital” que eu deveria considerar, em vez de eu ter que passar manualmente por mais de 30.000 recomendações.

E com o relatório CSV, ele se ajusta conforme as configurações com os filtros mudam. Então, você pode exportar as palavras-chave que você deseja e ignorar as palavras-chave que não está planejando segmentar.
O Ubersuggest agora tem pesquisa local
Outra grande mudança que fizemos no Ubersuggest é que introduzimos a pesquisa de palavras-chave locais.
Agora você pode ver estatísticas e ideias de palavras-chave em qualquer cidade, condado, região ou país.
Por exemplo, se eu quiser saber o volume de pesquisa e as recomendações de palavras-chave para West Hollywood, Califórnia, agora eu posso.

A partir daí, o Ubersuggest mostra o volume de pesquisa de palavras-chave, as recomendações de palavras-chave e até ideias de conteúdo para um post no blog.

Além disso, ao acessar o relatório de “ideias de palavras-chave”, você também perceberá que os resultados das SERPs, que mostram todos os sites que ranqueiam para esse termo, agora também estão ajustados para mostrar os sites ranqueados dessa região.

Então, o que vem a seguir para o Ubersuggest?
Bom, falando em pesquisa de palavras-chave, você começará a ver recomendações de palavras-chave com base em perguntas, comparações e preposições, como o Answers the Public, em um mês.

E, é claro, como eu prometi anteriormente, na próxima terça eu lançarei os recursos de painel e rastreamento de rank no Ubersuggest.

Se você ainda não fez isso, vá até o Ubersuggest para experimentar o novo banco de dados de palavras-chave.
E se você está tentando usar os recursos locais de SEO, pode descobrir que eles só funcionam quando você está no aplicativo.
Ainda não consegui fazer as alterações na landing page principal do Ubersuggest, mas depois que você digitar uma palavra-chave e testá-la, você poderá mudar sua localização para qualquer cidade.
Então, o que você acha das mudanças?
PS: Certifique-se de testar o Ubersuggest.
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Rover chinês encontra um estrannho material melequento na Lua
Não foram poucas as conquistas da missão chinesa Chang’e 4 desde que pousou no lado escuro da Lua, em 3 de janeiro. Para começar, foi a primeira espaçonave humana a chegar até ali. E não só isso: a sonda fez brotar a primeira planta no ambiente lunar, descobriu que as longas noites por lá são bem mais frias do que se pensava e encontrou algo que parece ser material do manto lunar. Agora, chegou a vez do rover que ela levou brilhar um pouco.
No final de julho, mais especificamente no dia 28, quando acabava de entrar no seu oitavo dia lunar (lá os dias e as noites duram cerca de duas semanas), o jipinho robótico estava em vias de tirar sua “soneca do meio-dia”. Os controladores iam enviar o comando para desligá-lo, com o intuito de protegê-lo das altas temperaturas (quando o sol está a pino na Lua, chega a fazer 100°C). Até que notaram algo um tanto quanto estranho.
Analisando os registros panorâmicos que o robozinho fez da cratera que acabara de ser explorada, um dos cientistas percebeu uma substância de aparência diferente de tudo o que já havia sido visto até então em solo lunar. Parecia um gel brilhante e colorido a distância. De tão intrigado, Yu Tianyi resolveu quebrar o protocolo: adiou a jornada para o sentido oeste que o rover iria fazer, e em vez disso ordenou que voltasse à cratera para investigar.
Era o único jeito de avaliar melhor o que era aquilo. O rover, batizado de Yutu-2 (o nome do animalzinho de estimação da deusa lunar Chang’e da mitologia chinesa), colocou em ação um de seus instrumentos que faz medições em infravermelho da luz refletida pelos objetos na superfície da Lua. Assim, é possível descobrir de que são feitos. O problema é que, até agora, os chineses ainda não divulgaram detalhes sobre os estudos da substância.
Costuma ser assim com a agência espacial chinesa: apesar de desenvolver projetos e pesquisas incríveis, não é tão aberta e dinâmica como a Nasa, por exemplo. Na falta de uma palavra oficial, especialistas independentes deram seus palpites sobre o que poderia ser o misterioso material. Eles acreditam que o tal “gel” seria, na verdade, vidro formado a partir do impacto extremamente violento de meteoritos na superfície lunar.
Essas colisões são tão fortes que, quando ocorrem, chegam a derreter as rochas e podem formar esse tipo de composto. Ao todo, o Yutu-2 já rodou 271 metros em nove meses — mais que o dobro de seu precursor, Yutu, lançado em 2013. Ele operou por dois meses apenas e andou só 114 metros até pifar com um curto-circuito.
É possível que, conforme os resultados forem saindo, os chineses divulguem maiores explicações sobre a substância. Por ora, tanto a sonda pousadora Chang’e 4 quanto o jipinho despertaram para encarar seu nono dia lunar. Darão continuidade à empolgante aventura chinesa na Lua — que certamente ainda tem muito o que revelar.
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